Natália

[Resenha] Para Sempre

domingo, março 30, 2014

Para Sempre, de Kim e Krickitt Carpenter, publicado pela editora Novo Conceito, com 144 páginas.



"Acho que nossa história se manteve viva todo esse tempo, porque é um relato de esperança, do tipo que está sempre em falta no mundo, e pela qual sempre há uma forte demanda."


A vida que Kim e Krickitt conheciam mudou completamente no dia 24 de novembro de 1993, dois meses após o seu casamento, quando a traseira de seu carro foi atingida por uma caminhonete que transitava em alta velocidade. Um ferimento sério na cabeça deixou Krickitt em coma por várias semanas. Quando finalmente despertou, parte da sua memória estava comprometida e ela não conseguia se lembrar de seu marido. Ela não fazia a menor ideia de quem ele era. Essencialmente, a "Krickitt" com quem Kim havia se casado morreu no acidente, e naquele momento ele precisava reconquistar a mulher que amava.



Mais do que um simples romance, ou um filme lindo, Para Sempre é uma história verídica. E ele fala da história de Kim, e sua mulher Krickitt, que depois de um acidente, perde a memória e esquece quem é seu marido. Então Kim tem que reconquistar a mulher da sua vida. 
E olha, isso não é nada fácil. Por causa da perda de memória, e dos problemas causados pelo acidente, Krickitt é uma mulher bem instável, o que dificulta a aproximação de Kim. Apesar de todas as dificuldades, e todos os problemas enfrentados, Kim não desiste, e eu te garanto que há um final feliz.
Como se fosse autor a muito tempo, Kim impressiona a todos com sua história de superação, amor e fé, e nos ensina a nunca desistir do que amamos, muito menos de quem amamos. O livro é tão lindo, que muitos gostariam mesmo se fosse ficção. É simplesmente perfeito, doce, e na medida certa. É meio complicado não chorar lendo, então se for ler, já separem uns lencinhos, hehe.
Recomendo esse livro para todos, principalmente para quem assistiu o filme e amou, pois como sempre, o livro é diferente do filme.


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BestBolso

[Resenha] O misterioso caso de Styles

sexta-feira, março 28, 2014

O misterioso caso de Styles, de Agatha Christie, publicado pela editora BestBolso, com 235 páginas



No meio da madrugada, a rica proprietária da mansão Styles é encontrada morta em sua cama, aparentemente vitima de um ataque cardíaco. As portas do quarto estavam trancadas por dentro e tudo indicava morte natural. Mas o médico da família levanta uma suspeita: assassinato por envenenamento. Todos os hóspedes da velha mansão tinham motivos para matar a Sra. Inglethorp e nenhum deles possuía um álibi convincente. Para solucionar o crime, entra em ação o detetive Hercule Poirot, personagem criado por Agatha e que faz sua estreia neste caso intrigante.


Sou fã n°1 da Agatha Christie, e toda vez que leio uma obra escrita por ela é como se fosse a primeira vez. O misterioso caso de Styles é um dos meus romances policiais preferidos, cheio de mistérios e intrigas (como qualquer outro livro da Agatha). Poirot é simplesmente incrível, um dos melhores protagonistas detetives já criados até então. Sempre que ele desvenda algo você fica tipo: "COMO EU NÃO PENSEI NISSO ANTES????", mas depois você se acostuma, hehe.

Agora preciso desabafar: não dormi direito nos dois dias em que li esse livro, fiquei louca querendo saber a identidade do assassino. Sério. Assim como todos se sentem após lerem um bom enredo, entrei em depressão quando terminei de ler esse (pra variar), mas valeu a pena ter perdido o sono, pois a história é realmente ótima.

Recomendo o livro à todos os fãs de suspense, especialmente os que admiram as obras de Christie.
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Khatherine

[Resenha] Divergente

quarta-feira, março 26, 2014

Divergente, de Veronica Roth, publicado pela editora Rocco Jovens Leitores, com 500 páginas.



"Quando termino de me vestir e a vontade de chorar passa, sinto algo quente e violento remoendo minhas entranhas. Quero machucá-los. Encaro meus olhos no espelho. Eu quero machucá-los, e é exatamente isso que eu vou fazer."



Em uma cidade futurista, a sociedade divide-se em cinco facções dedicadas ao cultivo de uma virtude - a Abnegação, a Amizade, a Audácia, a Franqueza e a Erudição. Aos dezesseis anos, em uma grande cerimônia de iniciação, os jovens são submetidos a um teste de aptidão e devem escolher a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas. Para Beatrice, a difícil decisão é entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é ­­­– não pode ter os dois. Então faz uma escolha que surpreende a todas, inclusive ela mesma.

Durante a iniciação altamente competitiva que se segue, Beatrice muda seu nome para Tris e esforça-se para decidir quem são realmente seus amigos – e onde se encaixa em sua nova vida um romance com um rapaz fascinante, porém perturbador. Mas Tris também tem um segredo, que mantêm escondido de todos, pois pode significar sua morte. 

Ao descobrir um conflito crescente que ameaça a destruir sua sociedade aparentemente perfeita, ela também aprende que seu segredo pode ajudá-la a salvar aqueles que ama... ou destruí-la.



MEU SANTO BISCOITO! É a sétima vez que eu leio este livro, mas só nesta ultima vez – a sétima, eu li em português e deixa eu resumir essa experiência em uma palavra: EITA. 
Como todos sabem eu AMO a Roth mais do que a mim mesma e Divergente é meu livro favorito da trilogia e toda vez que eu leio eu sinto a mesma coisa que eu senti quando eu li Harry Potter pela primeira vez e foi tão maravilhoso que eu chorei dez vezes. 
A Tris é uma menina tão oprimida pela família e pela sociedade (que impõe regras que ela odeia) mas ela sempre tem um jeito de agir contra isso e é maravilhoso. 
A cerimônia de escolha foi tão tensa porque a Roth prolongou aquele capítulo e parecia que ele não tinha fim então ele ficou indo por meio ano (o que foram, na verdade, 10 páginas) e mesmo que eu sabia o que ia acontecer ainda sim fiquei roendo as unhas e quase puxando meu cabelo porque foi PERFEITO.
Eu tô evitando spoilers mas gente QUANDO ELA PULA NA REDE PRIMEIRO QUE TODO MUNDO EU ME SINTO COMO UMA MÃE. Tão orgulhosa.  
Eu amo a Audácia mais que respirar ar gelado e olha, a Audácia é a melhor facção (na minha humilde opinião). 
O enredo é cheio de detalhes e a Roth fez desse livro uma obra de arte. Os personagens são perfeitos, as cenas são fáceis de ser imaginadas, você cria um mundo na sua cabeça que mesmo estando em conflito, você tem vontade de ir pra lá pra morar.
Divergente é uma jornada emocionante, divertida, cativante, o tipo de livro que você lê em um dia porque você não conseguirá parar.
Ele virou best-seller no segundo mês pós lançamento, então podemos dizer que ele é realmente bom, certo? (risos)
Esse livro é uma ação que faz seu estômago dar uns saltos e uns mortais cravados, mas no final é uma linda história de romance que eu me apaixonei e recomendo pra todo mundo.
Compre um exemplar pra você, para a sua mãe, para o seu pai, para a sua avó, para o seu cachorro, e para todo mundo que você conhece porque é maravilhoso.
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João Vitor

[Resenha] Ponte para Terabítia

segunda-feira, março 24, 2014

Ponte para Terabítia, de Katherine Paterson, publicado pela Salamandra, com 160 páginas.


"- Vamos ser nada?
- Nada?
- É, dizem que nada dura para sempre."






Jess Aarons, um garoto de 10 anos, passou o verão treinando para ser o campeão de corrida da escola. Na volta às aulas, é ultrapassado por uma aluna nova. Os dois tornam-se grandes amigos, e criam um reino imaginário chamado Terabítia, onde governam soberanos protegidos das ameaças e zombarias da vida cotidiana. Até que um dia, uma fatalidade os separa, e Jess precisa ser forte para enfrentar essa triste realidade.


                                                      

Ponte para Terabítia é uma obra de Katherine Paterson que depois virou um filme. 
Muitos de vocês devem ter visto o filme mas eu digo, o livro é melhor! (Mesmo eu gostando muito do filme) No filme a história é mais fantasiosa e os personagens são mais velhos. Já no livro eles são mais novos e é mais emocional e não tem tanta fantasia.
O livro conta a historia de Jess um menino de 10 anos que quer ser o campeão da 5 série na corrida, mas a vida dele muda com a chegada de Leslie que começa a morar em uma casa velha perto da dele. Eles se tornam grandes amigos e vivem várias e várias aventuras com sua imaginação. Eles viram donos de um cachorro e ficam tão próximos que você começa a torce para eles terem algo a mais. (Algo inocente já que ele são novinhos)
Eu recomendo muito! É linda e simples a história.
É um livro pra se ler em um dia, só tem 160 páginas. Depois de ler você vai ficar refletindo pensando no livro toda hora! 
A resenha ficou curta porque o livro é pequeno, não tem muito o que falar.

Bem, por hoje é só!
Tchau :)
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Natália

[Resenha] Beijada por um anjo #1

domingo, março 23, 2014

Beijada por um anjo - Uma inesquecível história de amor e suspense, de Elizabeth Chandler, publicado pela editora Novo Conceito com 256 páginas.



"Ivy acreditava e confiava nele como jamais havia confiado em alguém. Um dia criaria coragem para dizer com todas as letras, eu te amo Tristan."


O nadador Tristan era o rapaz mais popular da escola e habitava o imaginário de todas as meninas da cidade. Na verdade quase todas, menos Ivy Lyons. Ela só queria a companhia dos anjos. Seu preferido, desde menina, era Tony, o anjo da água, desde que o chamou pela primeira vez ao cair em uma piscina, sem saber nadar. 
A água, que era o temor de Ivy e a paixão de Tristan, seria a responsável pela aproximação de suas vidas e os envolveria em uma linda história de amor, companheirismo e confiança.
A paixão envolvente, o companheirismo ideal e a crença nos anjos são interrompidos no dia em que Tristan sofre um acidente. Uma linda história de amor interrompida cedo demais...


Antes mesmo de me tornar uma leitora apaixonada como sou hoje, eu visitava as livrarias para passar o tempo. E em muitas idas à livrarias, eu admirava esse livro: Beijada por um anjo. Achava  o nome lindo, e a história parecia ser legal, mas eu não gostava muito de ler. Então, uns 4 anos depois, eu comprei a série toda (são 6 livros) e estou lendo e amando, e vou resenhar aqui para vocês. Beijada por um anjo conta a história de Ivy, uma garota que tem medo de água e acredita em anjos, e de Tristan, um garoto que ama a água e não crê nos anjos. Eles se apaixonam, mas sofrem um acidente. E isso muda tudo. Só não muda o amor que sentem um pelo outro.
A história é narrada em terceira pessoa, e já começa sendo contada pelo acidente, e depois vai sendo narrado como tudo começou entre Tristan e Ivy. Tirando que as vezes haviam alguns erros, não sei se por parte da autora, editora ou tradutor, que nos confundem, - como por exemplo, tem horas que a frase é uma fala, e não tem travessão; às vezes tem travessão mas não é uma fala; e às vezes, a fala e a narração estão juntas, e isso confunde muito - a história é linda. Como diz o subtítulo do livro, "Uma inesquecível história de amor e suspense", esse é realmente um romance lindo, cheio de suspense e fofo. E além da história ser linda, os detalhes são fofos também. Em cada numeração de página, há uma asa de anjo. <3 Quando o livro acabar, já recomendo você ter o segundo nas mãos, pois um complementa o outro, e esse (como todos os outros) acaba de um jeito surpreendente e se você estiver mesmo apaixonado pela história, não vai conseguir esperar pra começar a ler o próximo. 
O livro, tirando os erros que eu comentei, tem palavras fáceis, e é um livro doce,  fácil e rápido de ser lido. Recomendo a todos que gostam de romances e gostam de história sobre anjos.
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Maria

[Resenha] A imperatriz dos etéreos

sexta-feira, março 21, 2014

A imperatriz dos etéreos, de Laura Gallego García, publicado pela editora Salamadra, com 284 páginas.


"Então ele a olhou; e seus olhos, claros e brilhantes, pareciam duas réplicas exatas da estrela azul."


Do que você seria capaz para salvar um amigo?
Bipa não acredita nos contos de fadas. Não se interessa por nada além das Cavernas, onde vive seu povo, protegido da imensidão gelada em que o mundo se transformou.
Mas seu amigo Aer, filho de um estrangeiro que chegou e partiu do povoado de forma misteriosa, parece cada vez mais alheio à realidade, cada vez mais atraído pelo brilho gelado da estrela azul, onde dizem que vive a Imperatriz dos Etéreos.
Por que Aer se sente tão atraído pelo mundo exterior, onde o destino mais provável é a solidão e a morte?
Será que Bipa, contando apenas com sua força de vontade e a energia de um talismã, o Ópalo, será capaz de salvar Aer?



Contam que, além dos Montes de Gelo, habita a Imperatriz em um deslumbrante palácio tão grande, que suas torres mais altas roçam as nuvens, e tão delicado que parece feito de gotas de chuva. Ali não existe sofrimento, não se passa frio e não é necessário comer, porque nunca se tem fome.
O sonhador Aer se sente estranhamente atraído por esse mundo, onde, acredita, encontrará seu pai. Resolve, então, ir ao encontro do palácio. Mas Bipa não tem intenções de deixá-lo chegar lá...

Muitos irão dizer que A imperatriz dos etéreos é livro de criança. Em parte, posso dizer que é sim. Mas a história é tão apaixonante que tenho certeza de que ela irá cativar a todos que o lerem.
A narrativa é simples, mas muito bem elaborada. No decorrer da leitura as coisas parecem estar indo bem, mas aí chega uma hora (mais pro final) em que tudo se complica e a tensão se instala: o fim parece estar longe, nada dá certo, mas, como diz o ditado, "nem tudo que parece é"...

Sendo um de meus livros favoritos, tenho o prazer de recomendá-lo a qualquer pessoa que busque uma história instigante, comovente e apaixonante.
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Farol

[Resenha] Just Listen, "A Garota Que Esconde Um Segredo"

quarta-feira, março 19, 2014

A Garota Que Esconde Um Segredo, de Sarah Dessen, publicado pela editora Farol, contendo 301 páginas.



Depois de ter sido pega com o namorado da melhor amiga numa festa, Annabel Green começa o ano letivo sendo ignorada pelo resto da escola. Mas o que realmente aconteceu naquela noite ainda é segredo, que ela não se arrisca em contar para ninguém. Os problemas de Annabel são explicitados pela recusa da família em admitir os próprios problemas: a fissura da mãe para que as filhas virem modelos famosas e a Whitney, irmã do meio, que sofre de anorexia. Uma amizade em que Owen, o DJ da rádio comunitária, que tenta constantemente ampliar os gostos musicais de Annabel, fará a tímida jovem a aprender a falar a verdade, doa a quem doer. Ele tem uma missão quase impossível: fazer com que Annabel "não pense nem julgue. Apenas ouça."


Esse livro é a razão do meu quarto cheirar lágrimas (não esse livro não é nem um pouco triste). A Dessen é uma das minhas escritoras contemporâneas favoritas, ela traz histórias reais de garotas como eu para a ficção, e não é qualquer ficção... É a ficção da Dessen.
Esse livro fala da garota Annabel Green, que é extremamente obrigada a fazer o que sua mãe gosta, ser modelo, e o enredo do livro te traz o bad boy (que eu me apaixonei) Owen Armstrong, que é um DJ em uma rádio local e que faz Annabel abrir sua mente para novas coisas.
Tudo que eu quero na vida é um Owen Armstrong, e eu não sabia que eu queria o Owen pra mim antes de ler esse livro. Ele é fofo, engraçado e irônico e isso me lembra o Gus do Best-Seller de John Green, A Culpa é Das Estrelas. E a Dessen é uma escritora que faz você se apaixonar com cada personagem e cada coisa que eles fazem porque essa é a Dessen.
Esse livro é tão lindo, apaixonante, cativante e acima de tudo apaixonante. Já disse que ele é apaixonante? Ele realmente é apaixonante. 
Recomendo pra todo mundo porque esse livro é apaixonante. 
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Natália

[Resenha] Deus é meu camarada

domingo, março 16, 2014

Deus é meu camarada, de Cyril Massarotto, publicado pela editora Ponto de Leitura, com 229 páginas.


  "Talvez o mais importante não seja o amor, mas a pessoa que nos ensina a amar."


Ele tem 30 anos de idade e um emprego medíocre só para pagar as contas. Sua vida está estacionada. Um dia, e sem qualquer motivo aparente, Deus começa a falar com ele. Falar, trocar ideias, bater boca, alfinetar, aconselhar, tudo sem a maior cerimônia. E, ao longo dos 30 aos seguintes e de uma vida tão especial quanto pode ser a mais normal dos homens, uma pergunta permanecerá em sua cabeça: Por que Deus foi escolher logo a mim como amigo?


Confesso que quando recebi esse livro do meu pai, não senti muita vontade de ler. Queria colocar na estante e deixar lá por um tempo (não tenho nada contra, mas eu não gosto de livros de religião). Mas como foi um presente do meu pai, eu queria ler logo.
Assim que abri o livro e comecei a ler, me surpreendi. Gostei tanto que o li em dois dias, e teria lido em apenas um, se eu estivesse de férias.
Deus é meu camarada, é um livro pequeno (não só por ser pocket, mas por ter poucas páginas) e fácil de ser lido. É engraçado, divertido e muito bonito.
Narrado em primeira pessoa, conta a história de um homem que foi escolhido por Deus para ser Seu amigo, o que como sempre, nos dá a impressão de estar vivendo o que está acontecendo. A história se passa em 30 anos, e nos mostra como a vida desse homem vai mudando com o passar dos anos.
Outra coisa que me surpreendeu, e que eu raparei só no final, é que eu não me lembro de ter visto o nome desse homem. Ninguém fala o seu nome, o que é muito diferente, por ele ser o protagonista. Talvez essa tenha sido a intenção do autor, para nos aproximar mais ainda da história, ou então eu esteja precisando de um óculos.
Cyril Massarotto criou um Deus diferente. Todos nós imaginamos Deus sendo um homem de respeito, educado e gentil. Mas o Deus desse livro é como se fosse verdadeiramente nosso "camarada". Ele faz pegadinhas, é irônico, "zoeiro" e muito engraçado. É como se Deus fosse aquele cara mais extrovertido da sua turma. E esse é o melhor ponto desse livro. É um livro único.
Porém, o livro também não é 100%  diversão, é um livro que também nos faz pensar e refletir, com mensagens bonitas.
Recomendo esse livro à todos, pois ele realmente vale à pena.
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Arqueiro

[Resenha] Feche bem os olhos

sexta-feira, março 14, 2014

Feche bem os olhos, de John Verdon, publicado pela editora Arqueiro, com 425 páginas.


"Se você pensa que existe redenção para os erros do passado, o presente pode mostrar que você está fatalmente enganado."




Mesmo depois de David Gurney ter se aposentado da vida policial, sua mente investigativa não resiste à uma boa charada. Foi assim com o caso do Assassino dos Números, um ano antes. Agora, a história se repete quando ele é convidado para trabalhar como consultor e ajudar a polícia a desvendar um instigante homicídio.

Jillian Perry, 19 anos, foi morta de maneira brutal no dia do próprio casamento. Todas as pistas apontam para um misterioso jardineiro, só que nada mais na história se encaixa: o motivo, o lugar onde a arma do crime foi deixada e, principalmente, o modus operandi.

A príncipio, David se reluta em aceitar o convite, preocupado em preservar seu casamento, já que sua esposa, Madeleine, é totalmente avessa ao seu envolvimento em qualquer assunto policial. Porém, recusar-se a participar da investigação seria ir contra sua essência e ele acaba se convencendo de que não conseguirá dormir em paz enquanto o criminoso estiver à solta.

Quando começa a entrevistar parentes e conhecidos de Jillian e a avançar no caso, fica claro que o assassino é não só mais inteligente e implacável do que ele esperava, como também destemido o suficiente para atacar seu ponto fraco. Gurney terá que pensar além das evidências para desvendar o quebra-cabeça mais sinistro com que já se deparou.




Já resenhei um livro de John Verdon aqui no blog, Eu sei o que você está pensando, primeiro livro do autor à que a sinopse se refere. Feche bem os olhos é, na minha opinião, tão bom quanto o outro. Ambos são intrigantes e cheios de charadas aparentemente indesvendáveis.

Bem, voltando o foco para este livro em questão, achei que o enredo foi muito bem elaborado por Verdon, que soube descrever as cenas e os personagens com habilidade. Nada de detalhes maçantes ou caracterizações que deixam a desejar. Além disso, a narrativa em terceira pessoa permite à quem o lê uma história mais abrangente, mostrando o ponto de vista de David Gurney, o protagonista, e alguns trechos que são atribuídos ao assassino.

Como todo bom livro de suspense, Feche bem os olhos prende o leitor do início ao fim, e o recomendo à todos os fãs de enredos misteriosos e enigmáticos.
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Khatherine

[Resenha] A Seleção

quarta-feira, março 12, 2014

Olá leitores, meu nome é Khatherine. Sou a nova integrante da equipe e junto da Nath e da Maria postarei aqui no blog por um tempo.

A Seleção, de Kiera Cass, publicado pela editora Seguinte, com 368 páginas.




Para trinta e cinco garotas, a Seleção é a chance de uma vida. Num futuro em que os Estados Unidos deram lugar ao Estado Americano da China, e mais recentemente a Illéa, um país jovem com uma sociedade dividida em castas, a competição que reúne moças entre dezesseis à vinte anos de todas as partes para decidir quem se casará com o príncipe é a oportunidade de escapar de uma realidade imposta a elas ainda no berço. É a chance de ser alçada de um mundo de possibilidades reduzidas para um mundo de vestidos deslumbrantes e joias valiosas. De morar em um palácio, conquistar o coração do belo príncipe Maxon e um dia ser a rainha.
Para America Singer, no entanto, uma artista da casta Cinco, estar entre as Selecionadas é um pesadelo. Significa deixar para trás Aspen, o rapaz que realmente ama e que está uma casta abaixo dela. Significa abandonar sua família e seu lar para entrar em uma disputa ferrenha por uma coroa que ela não quer. E viver em um palácio sob a ameaça constante de ataques rebeldes.
Até America conhecer pessoalmente o príncipe. Bondoso, educado, engraçado e muito, muito charmoso, Maxon não é nada do que se poderia esperar. Eles formam uma aliança, e, aos poucos, America começa a refletir sobre tudo o que tinha planejado para si mesma - e percebe que a vida com que sempre sonhou talvez não seja nada comparada ao futuro que ela nunca tinha ousado imaginar.


A Seleção é um livro escrito em primeira pessoa, o que sempre me alarma sendo que os detalhes ficam muito restritos à protagonista. Porém, a Cass detalha cada personagem exatamente como um livro em 3ª pessoa, mostrando defeitos e qualidades. 
Esse livro é muito comparado com The Hunger Games mas ele não tem nem um pouco haver com o best-seller de Suzanne Collins. A Seleção é um romance-clichê do começo ao fim, o que te faz comparar America à Cinderella, sendo que as duas são infortunas no começo e se dão bem no final. 
America mesmo sendo ficticia, de um mundo alternativo, é uma personagem a qual você vai se identificar. Sempre querendo o bem da família, "dorky" e faminta, ela é epítome de uma garota normal de um mundo normal. 
O enredo é engraçado e ao mesmo tempo "sofrido," e faz você entrar em um conflito consigo mesmo(a). 
Recomendo a todos que gostam de Cinderella e clichê. (É clichê e fim de história).
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BestBolso

[Resenha] O Diário de Anne Frank

segunda-feira, março 10, 2014

Olá leitores, sou o João Vitor. Vou postar (por um tempo) aqui no blog com a Nath e a Maria 




O Diário de Anne Frank, Editora BestBolso, 373 Páginas.





"12 de junho de 1942 - 1° de agosto de 1944. Ao longo deste período, a jovem Anne Frank escreveu em seu diário toda a tensão que a família Frank sofreu durante a Segunda Guerra Mundial. Ao fim de muitos dias de silêncio e medo aterrorizante, eles foram descobertos pelos nazistas e deportados para campos de concentração. Anne inicialmente segui para Auschwitz e mais tarde para Bergen-belsen."



Todos devem saber que se trata de um diário real sobre relatos da menina chamada Anne, uma judia que viveu no período da segunda guerra mundial. No diário ela conta detalhes sobre a guerra sobre sua vida pessoal, e como está sendo viver escondida em um anexo secreto. A família dela (Que são compostas por 4 pessoas incluindo ela) e mais outra família (compostas por 3) vivem nesse anexo pois são judeus. Nesse anexo secreto eles não podiam fazer barulho depois de uma determinada hora, tinham uma má alimentação entre outros fatores. Anne ficou escondida dos 13 aos 15 anos de idade. No diário podemos perceber que ela é uma adolescente normal, igual a todas. Se apaixona, tem dúvidas sobre sexualidade e conflitos com a família.

Quando estamos lendo o diário parece que Anne é nossa amiga! Ela desabafa, fala dos conflitos que estão havendo por lá. 
Eles conseguem formar ''aliados'' já que que o anexo ficava no fundo de uma empresa, assim eles conseguiam pegar comida. 



Não podiam fazer barulho e tomavam banhos semanais. Os conflitos e a angústia que ela passava nos faz pensar como aquele povo sofreu. Bom, como todos sabem, infelizmente essa história não acaba nada bem...

Enquanto puderes erguer os olhos para o céu, sem medo, saberás que tens o coração puro, e isto significa felicidade.” 
― Anne Frank
 Recomendo com toda a certeza!

Até a próxima 
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Galera Record

[Resenha] O Livro das Princesas

sábado, março 08, 2014

O Livro das Princesas, de Meg Cabot, Paula Pimenta, Lauren Kate e Patrícia Barboza, publicado pela editora Galera Record, com 287 páginas.

 

"O mundo é muito grande e cheio de gente para se gastar tempo chorando por causa de uma única pessoa".







O Livro das Princesas é um livro com quatro histórias, de quatro autoras diferentes.
Cada história, é de um jeito único, divertido e apaixonante. Não tem como não se apaixonar pelas histórias, pelas princesas e pelos príncipes. Recomendo esse livro à todas as garotas que gostariam de ser princesas algum dia, e também à todos que amam contos de fadas diferentes.








A Modelo e o Monstro, por Meg Cabot, com aproximadamente 60 páginas, é uma história como nenhuma outra. Ela lembra um pouco "A Bela e a Fera", e é muito bom.
Esse conto é narrado em primeira pessoa, por Belle, uma modelo, em um cruzeiro, com seu pai, sua madrasta nova e sua meia-irmã. Então no primeiro dia, ela vê um cara, que apelida de Sombrio Misterioso. Qualquer outro detalhe poderá conter spoiler, e eu não sou muito boa em me conter.
Mas é uma história bonita e bem romântica, que só inicia o que será um livro incrível...






Princesa Pop, por Paula Pimenta, é o maior conto do livro, com cerca de 110 páginas, aproximadamente.
Essa história é narrada em primeira pessoa, por Cíntia, uma garota que tem os pais separados, mora com a tia, e é DJ as fins de semana. 
Quando seu colégio resolve proibir o uso de celulares no seu colégio, uma série de eventos complicados se desenrolam na vida dela.
Essa, honestamente, foi a minha história favorita. Ela lembra MUITO a história da Cinderela, e não é à toa hehe.
Ri muito, me emocionei e senti muita raiva, mas simplesmente adorei.






Eclipse do Unicórnio, por Lauren Kate, com aproximadamente 50 páginas, nos lembra da "Bela Adormecida".
Narrada em terceira pessoa, conta a história de Percy, um garoto que acabou de levar um "pé na bunda" de sua namorada, está de coração partido, e vai fazer uma viagem para Paris, para a cidade do amor, onde deveria estar com ela.
Essa é uma historinha bem fofa, e ao mesmo tempo bem impossível, mas não deixa de ser linda.



Do Alto da Torre, de Patrícia Barboza, com aproximadamente 45 páginas, nos lembra, com absoluta certeza, da Rapunzel.
Narrado em primeira pessoa, conta a história de Camila, uma garota que perdeu os pais em um acidente de carro, e agora mora com sua madrinha, em um super apartamento em Copacabana. Um dia, quando tinha 11 anos e descobriu que estava com uma doença grave, sua tia fez uma promessa de que se ela ficasse bem, só cortaria o cabelo de Camila quando ela fizesse 15 anos. E aí você já imagina...
Super divertida e fofa, uma das minhas favoritas desse livro.







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Intrínseca

[Resenha] Eu sou o mensageiro

terça-feira, março 04, 2014

Eu sou o mensageiro, de Markus Zusak, publicado pela editora Intrínseca, com 318 páginas.



"Prefiro correr atrás do Sol a esperar que ele venha incidir sobre mim."



Conheça Ed Kennedy: taxista, patético jogador de cartas, um desastre no amor. Mora numa casinha alugada com seu cachorro viciado em café e está apaixonado pela melhor amiga. Seu dia-a-dia é uma rotina de incompetência, até que, sem querer, impede o assalto a um banco. Então recebe a primeira carta: um Ás. É quando Ed se torna o mensageiro...
Escolhido para socorrer, ele segue seu caminho na cidade ajudando - e machucando (quando necessário) - até que resta apenas uma questão: Quem está por trás de sua missão?
Eu sou o mensageiro é uma jornada enigmática repleta de humor, socos e amor.




Ed Kennedy. 19 anos. Um perdedor.
Sabe-se que ele, um dia, foi corajoso o suficiente para impedir um assalto. E que depois disso, começou a receber cartas anônimas. O conteúdo? Invariavelmente, uma carta de baralho com um ou mais endereços e... Só. Ed não tem ideia do que fazer nesses lugares. Isso ele só saberá se for até eles e tentar descobrir.
Assim como em A menina que roubava livros, Markus Zusak tocou meu coração com Eu sou o mensageiro. Neste incomum romance de suspense, sem mensagens do tipo "moral da história", o renomado autor nos mostra que o autoconhecimento é essencial para tudo e todos.
A história é contada do ponto de vista do protagonista Ed. Isso faz com que sintamos que somos parte da vida dele, vivenciando o que ele próprio vivencia.
Uma coisa que me chamou atenção no livro foi a forma com que Zusak o construiu, utilizando como referência as cartas de baralho comuns: ele dividiu a história em cinco partes, de acordo com os naipes (ouro , paus , espadas , copas  e o coringa), e os capítulos são dispostos conforme a sequência (A - 2 - 3 - 4 - 5 - 6 - 7 - 8 - 9 - 10 - J - Q - K).
Devo dizer que Eu sou o mensageiro entrou para o top 5 dos melhores livros que eu já li na vida, e o recomendo à todos que buscam uma história que proporciona momentos de reflexão, risadas e também de grandes emoções.
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Maria

[Resenha] As Vantagens de ser Invisível

sábado, março 01, 2014

As Vantagens de Ser Invisível, de Stephen Chbosky, publicado pela Editora Rocco, com 223 páginas.


"A gente aceita o amor que acha que merece."


Mais íntimas do que um diário, as cartas de Charlie são estranhas e únicas, hilárias e devastadoras. Não se sabe onde ele mora. Não se sabe para quem ele escreve. Tudo o que se conhece é o mundo que ele compartilha com o leitor. Estar encurralado entre o desejo de viver sua vida e fugir dela o coloca num novo caminho através de um território inexplorado. Um mundo de primeiros encontros amorosos, dramas familiares e novos amigos. Um mundo de sexo, drogas e rock'n'roll, quando o que todo mundo quer é aquela música certa que provoca o impulso perfeito para se sentir infinito.


Comprei As Vantagens de Ser Invisível sem muita expectativa. Achei que seria apenas mais uma leitura bacana, com uma história legal e só. Eu estava enganada. O impacto que esse livro tem sobre quem o lê é enorme, e a narrativa tem um poder incrível de causar os mais variados sentimentos no leitor.
O que eu mais gostei no livro foi a forma com que ele foi escrito: em cartas. Essas cartas são redigidas por Charlie, e a perspectiva que ele tem do mundo e de sua própria vida é ao mesmo tempo singular e trivial. Ele se mantem distante de tudo, mas de uma hora pra outra chega um momento em que ele começa a encarar a vida do centro dos holofotes, e a história muda de modo espetacular.

Sendo uma história divertida, comovente e instigante, recomendo este livro à todos que procuram por uma leitura repleta de emoções, e principalmente para aqueles que almejam se sentir infinitos.
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