2015

[Resenha] Prometo Falhar

segunda-feira, agosto 24, 2015

Título: Prometo Falhar
Autora: Pedro Chagas Freitas
Editora: Novo Conceito 
Ano: 2015
Páginas: 400
Nota: 



"É tão mais fácil não amar. Mas que merda andamos fazendo aqui se não amarmos?"


Não sei nem como começar essa resenha, é difícil falar de um livro tão maravilhoso...
Há algum tempo, a editora Novo Conceito mandou um "livreto" com duas partes de livros: Eu te darei o sol, e Prometo Falhar. Comecei a ler e na segunda crônica eu já estava apaixonada por esse português! Até parei de ler o folheto porque eu queria aguardar a chegada desse livro, e meu Deus, como é maravilhoso!
Pedro Freitas tem cerca de vinte publicações e já quero todas no português (ele é de Portugal, então elas já estão em português haha nesse caso, quero no Brasil) porque ele é excelente.
Nesse livro, há crônicas sobre a vida e o amor. Sobre todo o tipo de amor. Amor, simples assim. E Freitas faz isso de uma forma que nunca vi ninguém fazer, acho que também ninguém ousaria - e se ousasse, duvido muito que seria melhor que esse incrível escritor.
"(...) há só uma vida e és tão inacabável em mim."
Ele escreve cenas de uma forma deslumbrante - realmente são cenas: não há marcações de capítulos, divisão de crônicas Tudo é bem simples e isso também nos cativa. Confesso que ainda não terminei de ler o livro... estou lendo as crônicas aos poucos pois tentei ler tudo de uma vez, mas como os contos são soltos, um acabava emendando no outro e eu acaba confundindo tudo. Ler um por vez, com calma antes de dormir é a melhor parte do meu dia. E mesmo assim, sem acabar, precisava dividir esse preciosidade com outras pessoas.
Há histórias de amor de pai, de mãe, de pessoas que se machucaram, se perderam, se amam, que se encontram e que falham. Tenho certeza que você, leitor, já viveu, vive ou viverá algum tipo de amor, portanto esse livro cabe a qualquer um. 
O autor fala dessas formas de amor, desse amor perfeito-imperfeito com tanta magnitude, que quem não está amando sente vontade de amar, sente vontade de sentir tudo do que Pedro nos diz, porque ele nos conta o amor verdadeiro e puro, tecido de uma forma indescritível, retalhos de vidas, de pessoas e de momentos inesquecíveis. E ah, eu sinto toda essa enormidade, toda essa paixão e a vontade que eu tenho é de amar sempre mais e mais, o que muitas vezes acho que estou conseguindo.
O livro nos faz refletir, amar, e marcar quase todas as páginas com frases incríveis, e essa linguagem de "prosa poética" de Pedro Chagas não deixa a desejar, pois apesar de ser textos bem construídos (melhores escritos que todas as minhas resenhas insignificantes juntas), são textos leves, fluídos e apaixonantes,
Gostaria muito de poder vê-lo na Bienal do RJ esse ano e marcar um café, pra ele me falar mais de amor, e me contar (e talvez até mostrar fotos) quem é essa sortuda dessa Bárbara. Mas já que nada disso será possível, só me resta voltar a ler mais crônicas antes de dormir!

Beijos, e até a próxima!

"Foda-se, que é tão bom te amar assim, como se me faltasse o ar quando você me falta e ainda me faltasse mais o ar quando te tenho."
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2015

#Livros do Mês! - Junho e Julho (Natália)

segunda-feira, agosto 10, 2015

Hey pessoal, tudo bem com a leitura de vocês? Apesar de eu ter tirado férias do colégio e do trabalho em julho, não consegui ler a meta que eu estabeleci pra mim - consegui ler só metade - mas tudo bem. O importante é que consegui adiantar um pouquinho e li muito livro bom! Vou postar abaixo os livros dos meses junho e julho, e depois separar por mês e colocar a sinopse para vocês conhecerem um pouco mais!




JUNHO


A Lista - Cecelia Ahern (Nota:  | resenha aqui)

Kitty Logan tem 32 anos e aos poucos está perdendo tudo o que conquistou: sua carreira está arruinada; seu namorado a deixou sem um motivo aparente; seu melhor amigo está decepcionado com ela; e o principal: sua confidente e mentora está gravemente doente.
Antes de morrer, Constance deixa um mistério nas mãos de Kitty que pode ser a chave para sua mudança de vida: uma relação de nomes de pessoas desconhecidas. É com base neles que Kitty deverá escrever a melhor matéria de sua carreira.
Quando começa a ouvir o que aquelas pessoas têm a dizer, Kitty aos poucos descobre as conexões entre suas histórias de vida e compreende por que foi escolhida para dar voz a elas.



A Playlist de Hayden -Michelle Falkoff (Nota: ✰ | resenha aqui)

Depois da morte de seu amigo, Sam parece um fantasma vagando pelos corredores da escola, o que não é muito diferente de antes. Ele sabe que tem que aceitar o que Hayden fez, mas se culpa pelo que aconteceu e não consegue mudar o que sente.
Enquanto ouve música por música da lista deixada por Hayden, Sam tenta descobrir o que exatamente aconteceu naquela noite. E, quanto mais ele ouve e reflete sobre o passado, mais segredos descobre sobre seu amigo e sobre a vida que ele levava. A Playlist de Hayden é uma história inquietante sobre perda, raiva, superação e bullying. Acima de tudo, sobre encontrar esperança quando essa parte parece ser a mais difícil.


Isla e o Final Feliz - Stephanie Perkins (Nota: )

Tímida e romântica, Isla tem uma queda pelo introspectivo Josh desde o primeiro ano na SOAP, uma escola americana em Paris. Mas sua timidez nunca permitiu que ela trocasse mais do que uma ou duas palavras com ele, quando muito.
Depois de um encontro inesperado em Nova York durante as férias, envolvendo sisos retirados e uma quantidade considerável de analgésicos, os dois se aproximam, e o sonho de Isla finalmente se torna realidade. Prestes a se formarem no ensino médio, agora eles terão que enfrentar muitos desafios se quiserem continuar juntos, incluindo dramas familiares, dúvidas quanto ao futuro e a possibilidade cada vez maior de seguirem caminhos diferentes.


JULHO



Como dizer adeus em robô - Natalie Standiford (Nota: )

Com um toque melancólico, o livro conta a singular ligação entre Bea e Jonah. Eles ajudam um ao outro. E magoam um ao outro. Se rejeitam e se aproximam. Não é romance, exatamente - mas é definitivamente amor. E significa mais para eles do que qualquer um dos dois consegue compreender... Uma amizade que vem de conversas comprometidas com a verdade, segredos partilhados, jogadas ousadas e telefonemas furtivos para o mesmo programa noturno de rádio, fértil em teorias de conspiração.



Amy & Matthew - Cammie McGovern (Nota: )
Amy e Matthew não se conheciam realmente. Não eram amigos. Matthew sabia quem ela era, claro, mas ele também sabia quem eram várias outras pessoas que não eram seus amigos.
Amy tinha uma eterna fachada de felicidade estampada em seu rosto, mesmo tendo uma debilitante deficiência que restringe seus movimentos. Matthew nunca planejou contar a Amy o que pensava, mas depois que a diz para enxergar a realidade e parar de se enganar, ela percebe que é exatamente de alguém assim que precisa. 
À medida que passam mais tempo juntos, Amy descobre que Matthew também tem seus problemas e segredos, e decide tentar ajudá-lo da mesma forma que ele a ajudou.
E quando a relação que começou como uma amizade se transforma em outra coisa que nenhum dos dois esperava (ou sabe definir), eles percebem que falam tudo um para o outro... exceto o que mais importa.


O Pequeno Príncipe - Antoine de Saint-Exupéry (Nota: )
Um piloto cai com seu avião no deserto e ali encontra uma criança loura e frágil. Ela diz ter vindo de um pequeno planeta distante. E ali, na convivência com o piloto perdido, os dois repensam os seus valores e encontram o sentido da vida. 
Com essa história mágica, sensível, comovente, às vezes triste, e só aparentemente infantil, o escritor francês Antoine de Saint-Exupéry criou há 70 anos um dos maiores clássicos da literatura universal. Não há adulto que não se comova ao se lembrar de quando o leu quando criança. 



Quase uma Rockstar - Mattew Quick (Nota: )
Desde que o namorado da mãe as expulsou de casa, Amber Appleton, a mãe e o cachorro moram em um ônibus escolar. Aos 17 anos e no 2º ano do ensino médio, Amber se autoproclama princesa da esperança e é dona de um otimismo incansável, mas quando uma terrível tragédia faz seu mundo desabar por completo, ela não consegue mais encarar as coisas da mesma forma. 
Será que no meio de tanta tristeza e sofrimento Amber vai recuperar a fé na vida? 



Fragmentados - Neal Shusterman (Nota:  | resenha aqui)

Fragmentados - Em uma sociedade em que os jovens rejeitados são destinados a terem seus corpos reduzidos a pedaços, três fugitivos lutam contra o sistema que os fragmentaria.
Unidos pelo acaso e pelo desespero, esses improváveis companheiros fazem uma alucinante viagem pelo país, conscientes de que suas vidas estão em jogo. Se conseguirem sobreviver até completarem 18 anos, estarão salvos. No entanto, quando cada parte de seus corpos desde as mãos até o coração é caçada por um mundo ensandecido, 18 anos parece muito, muito longe.



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E esses foram meus livros lidos nos últimos dois meses! Infelizmente as férias acabaram, tudo voltou ao normal e terei menos tempo para ler, mas não vou desistir. Preciso terminar meu 2015 Reading Challenge. Mas me contem, como foi a leitura de vocês nas férias? Deixem nos comentários! 
Beijos, até a próxima!
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2015

[Resenha] Neve na Primavera

sábado, agosto 08, 2015

Título: Neve na Primavera
Título original: Blackberry Winter
Autor: Sarah Jio
Editora: Novo Conceito
Ano: 2015
Páginas: 336
Nota: 


"Às vezes você tem que se arriscar, principalmente quando isso o faz feliz." 

Vera Ray é uma mãe solteira de Seattle de 1933. Sua vida gira em torno do filho, Daniel, cujo pai nem ao menos sabe de sua existência. Para sustentar o menino, Vera trabalha como camareira em um hotel de luxo e, às vezes, precisa deixá-lo sozinho a noite para poder trabalhar, o que a deixa preocupada. Em uma dessas noites, uma nevasca intensa e fora de época atinge a cidade e Vera acaba chegando em casa atrasada... E encontra a cama do filho vazia.
Daniel desapareceu e, ao encontrar o ursinho de pelúcia favorito dele jogado sobre a neve, Vera tem a certeza de que seu pequeno foi sequestrado. Porém, a polícia a trata com descaso e afirma que a criança fugiu. Sem nenhum apoio, Vera fará de tudo para encontrar o menino, até mesmo de reencontrar o homem que partiu seu coração: o pai de Daniel.
Na Seattle de 2010, Claire Aldridge é uma repórter que, assim como Vera, também perdeu seu filho e está com o coração partido. A trágica morte de seu bebê, que nem chegou a nascer, lhe tirou toda a alegria que tinha e a afastou profundamente do marido, Ethan. Nas ausências cada vez mais longas de Ethan, Claire mergulha na sua dor, mesmo que o acidente já esteja pra completar um ano. Entretanto, um dia ela é acordada por um telefonema de seu chefe, que quer que ela escreva uma matéria sobre a repentina nevasca fora de época que atinge Seattle, que acontecera também há 77 anos.
Assim, ambas as histórias se cruzam. Daniel nunca foi encontrado, e Claire sente que, se resolver esse mistério, sua vida terá cores novamente. Mas conforme se aprofunda na matéria, Claire descobre estar mais ligada com Vera do que ela imaginava...
Este livro é incrível. Com narrativas alternadas, ora de Claire, ora de Vera, a história me cativou de primeira e não conseguia mais me desgrudar da leitura. Apesar de ser classificado como suspense, chorei muito! A autora realmente conseguiu tocar meu coração. Fiquei super curiosa pra conhecer os outros livros dela, adorei a escrita e o desenrolar que ela deu à história.
O que colaborou, também, foi a edição da Novo Conceito. Diagramação perfeita! E a capa é linda, inclusive. Estão de parabéns, hehe.
Agora, leitor, compre essa obra o mais rápido possível e leia. Espero que ame tanto quanto eu!


Beijocas, e a até a próxima resenha
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2015

Primeiras impressões: Dez coisas que aprendi sobre o amor

domingo, agosto 02, 2015

Olá pessoal! Há alguns dias recebemos da editora Novo Conceito um e-mail com as primeiras páginas de um livro que parece ser incrível! O livro é "Dez coisas que aprendi sobre o amor", da autora Sarah Butler.


"O problema com as cidades, ao menos com cidades como esta, é que é quase impossível descrevê-las. Não que eu não tente, só que não é nada simples."
Nas primeiras páginas, deu pra ver que o livro tem duas narrações intercaladas: a de Alice e a de Daniel.  Alice, que perdeu a mãe bem cedo e só tem seu pai, que está com câncer no pâncreas; e do sem-teto Daniel, que  vive nas ruas de Londres e sonha em conhecer sua filha mas só sabe o nome dela. A única coisa que sei que une os dois é o amor (quero o livro completo logo para saber o que mais eles tem em comum, apesar de já ter uma ideia).

Apesar de serem poucas páginas, em cada mudança de narração, o capítulo começa com uma lista de 10 coisas - como dez coisas que Alice dirá ao seu pai, dez maneiras como as pessoas podem descrever Daniel, dez coisas que Alice sabe sobre a mãe, e por aí vai...

Já gostei muito da história, quero o livro completo pra ontem! Assim que eu recebê-lo, vou correr ler e resenhar aqui pra vocês, trazendo minha opinião final sobre a história, que parece que vai deixar muitas reflexões e muito amor.

E aqui vão dez coisas que sei sobre o amor (ou sobre amar):

  1. O amor é algo maravilhoso!
  2. Amar é cuidar, se importar, se preocupar, e acima de tudo, respeitar.
  3. Amor é aquilo que faz seu coração bater mais rápido, que te tira o sono e o apetite, que te dá borboletas no estômago, mas que ainda assim te faz feliz.
  4. Quando menos se espera, é que o amor aparece.
  5. O amor está nas coisas mais simples.
  6. Amar ao próximo faz bem à saúde!
  7. Amor é algo que parece que está faltando nos dia de hoje.
  8. O amor faz de cada momento vivido, único e especial.
  9. O amor nos deixa vivos!
  10. "O amor é o estado no qual os homens têm mais probabilidades de ver as coisas tal como elas não são." (Friedrich Nietzsche)

Espero que tenham gostado e que também se sintam ansiosos para ler esse livro que provavelmente nos tirará o fôlego! Beijos, até mais!
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